Seminário APT 2018

Realizou-se no passado dia 23 de Março o Seminário Anual ´Mercado de Tintas´ da Associação Portuguesa de Tintas.

O Grande Hotel do Luso acolheu novamente este importante evento do sector das Tintas e Vernizes que contou com a presença de 165 participantes. Como habitualmente, este encontro de empresários e técnicos superiores do sector decorreu num ambiente de grande interação e boa disposição, registados nas fotos e vídeo do evento.
 
O Seminário teve como Moderador, o Dr. André Vieira de Castro, Diretor da APT, e contou com um painel de 9 ilustres Oradores, cujas apresentações se apresentam nesta Newsletter especial.
 
O Sucesso desta edição do Seminário deveu-se ao precioso contributo dos Oradores, dos Patrocinadores e de todos os Participantes a quem muito agradecemos.
 
 
O nosso Muito Obrigado!
Sessão de Abertura

O presidente da APT, Eng.º Pedro Reis de Almeida abriu a Sessão.

Na sua intervenção fez o enquadramento das variáveis que mais influenciaram a atividade do sector em 2017 e apresentou aquilo que foi a evolução do mercado nacional e europeu até esse ano. Enunciou também os desafios e a evolução que se perspetiva para o sector das Tintas e Vernizes para 2018.
Referiu os projetos e atividades da APT no último ano, bem como os projetos, iniciativas e atividades que a Associação pretende abraçar em 2018.

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Conjuntura Económica e os Impactos no Tecido Empresarial Português

António Saraiva, na qualidade de Presidente da CIP, centrou a sua intervenção na conjuntura económica do país e os seus impactos no tecido empresarial português.

Iniciou fazendo uma análise da situação geral e atual do país, com referência aos indicadores macroeconómicos que se apresentaram animadores em 2017, salientando a importância de questionar e garantir que esta evolução seja sustentável. Como principais preocupações para a garantia desta sustentabilidade destacou a carga fiscal sob as empresas, o acesso às fontes de financiamento, a recapitalização das empresas e a requalificação dos recursos humanos das mesmas.

Referiu-se também ao Associativismo Empresarial em Portugal, que acredita, ficaria a ganhar se tivesse uma representação patronal representada apenas por um órgão único de cúpula que defenderia a uma só voz os interesses empresariais do país.

Finalizou com o tema da Concertação Social, onde é discutida a melhoria dos fatores de competitividade da economia portuguesa, dado destaque aos temas atualmente em debate como seja a sustentabilidade da segurança social, a diminuição da natalidade em Portugal, a conciliação do trabalho e da família, a fiscalidade, os impostos indiretos, a burocracia  e os licenciamentos morosos a que as empresas estão sujeitas.


Renovação Urbana em Portugal

A intervenção do Arqt.º Paulo de Queiroz Valença, Diretor de Planeamento e Gestão Operacional da Porto Vivo, SRU, centrou-se no tema da renovação urbana em Portugal.

Apresentou aquele que é o Regime Jurídico da Reabilitação Urbana em Portugal, destacando a criação da Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU) em 2004 e os seus princípios e estratégias, como seja a re-habitação, a promoção do negócio e do comércio tradicional, o incremento do turismo e a valorização do domínio público.

Enumerou alguns dos projetos que promovem enquanto Porto Vivo, SRU, apresentando as condicionantes e as soluções encontradas na elaboração dos mesmos, terminando com a indicação de alguns dos benefícios e incentivos ao envolvimento em projetos de reabilitação urbana.
 
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O Sector da Construção em Portugal e Perspetivas Futuras

O Presidente da AECOPS, Eng.º Ricardo Pedrosa Gomes, tomou a palavra para dar continuidade ao tema da Construção Civil, focando na visão geral do sector da construção em Portugal e nas perspetivas futuras.

Iniciando a sua intervenção com aquilo que foi a evolução do sector desde há 15 anos atrás, demonstrou a diminuição da produção, do número de trabalhadores e do peso do sector no PIB do país. Alertou para a diminuição das competências no sector da C. Civil e que se adivinha de difícil resolução: com a emigração de técnicos e operários qualificados que, aproveitando um ciclo favorável de construção em outros países não mais regressarão, originando um défice muito grande deste tipo de operacionais que está a dificultar a atividade.

Referiu aqueles que considera ser os motores para o crescimento do sector até 2030 (Internacionalização, Imobiliário e Infrastruturas) e os fatores de que estarão dependentes.

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Regulamento Europeu de Proteção de Dados

Numa intervenção amplamente apreciada pelos participantes, o advogado Dr. João Luís Traça, Sócio na Miranda & Associados, apresentou o atual tema do Regulamento Geral de Proteção de Dados.

Focou a sua intervenção na análise dos impactos que este regulamento trará a todas as organizações, como sejam os riscos a que estarão sujeitas e na forma que pode condicionar os negócios.
Sublinhou a importância do conceito de Consentimento para o tratamento de dados e das empresas fazerem uma análise profunda à sua base de dados e minimizar os campos aos mínimos exclusivamente necessários para garantir o funcionamento da relação bilateral com os clientes e com os fornecedores.

Para aceder à apresentação clique aqui. O Regulamento Geral de Proteção de Dados, com entrada em vigor em 25 de maio de 2018, está disponível aqui.


Allnex 2020 vision... For Decorative and Industrial Wood Markets

Phillippe de Micheli, Business Development Director na Allnex, empresa parceira da DKSH, patrocinador especial do Seminário APT 2018 focou a sua intervenção nas soluções da Allnex para Tintas decorativas e Tintas industriais para madeiras.

Iniciou a intervenção dando uma visão do que foi o mercado do sector a nível mundial em 2017, as tendência para 2018 e os principais drivers que provocam essas tendências. Como fabricantes de resinas, apresentou as soluções da Allnex para acompanhar estas tendências e as inovações que estão a desenvolver.

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Resíduos - Novos Desafios

A coordenadora da Comissão Técnica 2 da APT, Eng.ª Paula Lourenço abordou o tema dos Resíduos.

Abordou as temáticas do transporte de resíduos e a utilização das novas guias eletrónicas de acompanhamento de resíduos (e-GAR), as novas entidades gestoras de resíduos a operar em Portugal e o novo diploma legal relativo à gestão de fluxos específicos de embalagens e resíduos de embalagens, assuntos discutidos e trabalhados na Comissão Técnica 2 da APT.
Apresentou também um projeto desenvolvido no âmbito desta CT, o projeto "Left over paints" que através da criação de um folheto pretende promover as boas práticas no que respeita aos restos de tintas e aos resíduos de embalagens, disponível para todos os Associados da APT na área reservada do site desta Associação.

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O Contexto Legislativo do Sector

Dando continuidade ao tema da regulamentação com impacto no sector, a Secretária Geral da APT, Carla Ferreira, fez o enquadramento da mesma, com especial destaque para a proposta de classificação do Dióxido de Titânio e a Harmonização dos Centros Antiveneno.

Finalizou a sua intervenção abordando os trabalhos desenvolvidos e as temáticas acompanhadas pelas duas Comissões Técnicas da APT.

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Para aceder ao video apresentado sobre a proposta de classificação do Dióxido de Titânio, clique aqui.


Uma janela para a Europa

Na sua intervenção, o Dr. André Vieira de Castro, na qualidade de Diretor do CEPE apresentou aquilo que é o trabalho desta Associação Europeia e a ligação às empresas.

Salientando a missão desta Associação de ser uma voz coerente nas abordagens ao nível nacional e europeu, defendendo os interesses de todo o sector, enumerou aqueles que são os temas discutidos nos 40 working group que fazem parte do CEPE, constituídos por 250 participantes de empresas Associadas.

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