Seminário APT 2014

Realizou-se no passado dia 4 de Abril o nosso Seminário Anual "Mercado de Tintas".


O Hotel Montebelo Aguieira foi este ano o local escolhido para a realização deste importante encontro dos Empresários e Técnicos do Sector das Tintas.

O evento contou com a participação de cerca de 160 pessoas e decorreu num ambiente agradável e de grande interacção entre participantes, como testemunham as fotos que pode ver em: https://meocloud.pt/link/91a46d26-c8d0-4e59-9244-2b0e0c13d658/APT/

O Seminário foi moderado pelo Dr. André Vieira de Castro, Director da APT.

Aceda às apresentações do Seminário nos respectivos links.

A todos os Patrocinadores, Oradores e Participantes, que em muito contribuiram para o sucesso do nosso Seminário, o nosso muito obrigado!

Sessão de Abertura



O Dr. António Morgado Fernandes abriu a Sessão nesta que foi a sua última intervenção como Presidente cessante.

Na sua nota de abertura apresentou alguns dados do mercado relativos a 2013 e perspectivas para 2014 e referiu-se ainda aos principais projectos e iniciativas em que a Direcção da APT se empenhou nos últimos anos.

Aproveitou a ocasião para comunicar que, em Assembleia Eleitoral na véspera do Seminário, foram eleitos os novos Corpos Sociais da APT para o triénio 2014-2016.




A lista dos Corpos Sociais eleitos pode ser consultada aqui

Evolução da Economia Portuguesa nos próximos anos




Na primeira intervenção do seminário, o Prof. Daniel Bessa transmitiu uma mensagem de optimismo, sendo peremptório a afirmar que, neste momento, a economia portuguesa está melhor. Esta melhoria das condições da economia traduziu-se não só na melhoria de alguns indicadores económicos, como sejam o défice público ou o crescimento das exportações, mas sobretudo na maior facilidade e melhores condições de crédito a que as empresas podem hoje aceder por força da redução do risco do estado português.

Acrescentou ainda que o único caminho para o crescimento sustentável da economia portuguesa será através da aposta nas exportações, mercado "infinito" para a dimensão das empresas portuguesas. No entanto, o Prof. Daniel Bessa partilhou connosco um aspecto que lhe deixa algumas dúvidas: "porque é que o investimento não arranca?" Este factor será preponderante para percebermos a sustentabilidade da recuperação: se ainda não arrancou devido à existência de capacidade produtiva não aproveitada, por certo irá arrancar no curto prazo levando a uma espiral de crescimento; mas se não arrancou porque as empresas estão simplesmente a "encher" as linhas de produção sem realizar lucro nas suas exportações, então esta recuperação não será sustentável.

Especificamente sobre o sector onde nos inserimos, revelou que o peso do sector da construção e obras públicas chegou a atingir um peso de 12% do total da população activa quando o benchmark da OCDE era de 4%. Como consequência do ajustamento será expectável que durante os próximos anos estejamos abaixo do benchmark, pelo que não se adivinha um forte crescimento deste sector nos próximos anos.


A Perspectiva e as Expectativas dos Clientes




O Dr. José de Matos apresentou a evolução recente das empresas que comercializam materiais de construção, onde ficou patente a quebra do volume de negócios de 2011 para 2012.

Corroborando aquilo que é o sentimento do nosso sector, acrescentou que a estimativa aponta para um crescimento no ano de 2013, tendo o sector das tintas recuperado melhor que os demais materiais de construção. Na apresentação dos resultados de um estudo levado a cabo junto dos comerciantes, e focando-se nos aspectos relacionados com o nosso sector, revelou que a expectativa dos mesmos aponta para um crescimento do volume de negócios assente sobretudo no aumento da preponderância dos consumidores finais. No entanto, mencionou que as empresas se encontram preocupadas com a crescente exigência financeira e o emagrecimento das margens.

Como factores mais relevantes para o futuro do comércio das tintas apontou: a mudança de paradigma (reabilitação vs obra nova; foco na eficiência energética; soluções vs produtos); o aumento do peso do consumidor final face ao profissional; a ameaça das novas soluções para revestimentos que dispensam pintura; a importância cada vez maior das marcas; a agressividade das políticas comerciais dos fabricantes bem como a concorrência das grandes superfícies.




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Speciality Ingredients for Coatings for Ecolabel Water Based Paints



Ashland has presented their Value Proposition for the Water Based Coatings, made of Speciality Ingredients designed for

§ The Rheology with

the Cellulosics Thickeners Hydroxy Ethyl Cellulose HEC Natrosol™ & Natrosol™ B  enzymes resistant, Methyl Cellulose MC Culminal™ & Combizell™, Carboxy  Methyl Cellulose CMC Blanose™

the Hydrophobically Modified Hydroxy Ethyl Cellulose HMHEC Natrosol™ Plus 330 PA to enhance the spatter resistance & leveling,

the Natrosol Performax™ bringing energy savings with direct dry powder addition, rapidly solubilizing without lump, at the end of the grind or at the letdown stage, also handy for post thickening viscosity adjustments, with the Synthetic Associative Thickeners Aquaflow™, with newtonian and pseudoplastics profiles, and notably the Aquaflow™ XLS bringing the balance between the sag resistance & leveling.

§ The Foam Control Agents with

the Drewplus™, mineral oils, vegetal oils, polysiloxane and polymer based technology and notably the quick bubble break.

§ The Neutralizing Agents with the pHLE™.

§ The Dispersants with the Jaypol™, ammonium and sodium polyacrylates.

§ The Wetting Agents with the Dextrol™ & Strodex™ which contribute to improve the scrub resistance, the gloss, the color acceptance, the coating adhesion on arduous substrates, and the Surface Agent Drewslip™ 870 which brings scratch resistance, anti tack and soft touch.




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Regulatory up date on biocides Labeling free & Ecolabel



Ashland gave an up date of the new regulatory contrains on biocides in showing the impact of the reclassification of Formaldehyde as well as the new labeling regulation (CLP).

Ashland presented its range of "soft" In-can biocides offering the dual advantage to paint producers: Labeling free to paints (No EU H208 Info statement) and safe handling (not reclassified as CAR car 1B). On the other hand, Ashland presented its outstanding technical support facilities in Europe which will definately assist customers to substitute their current preservation system within a more adequate solution like for eg Nuosept TBM40 (BIT/NiT/TMAD), Nuosept KMB(BiT/MIT/BNPD) or Nuosept BMZ. (BIT/MIT/Znpt) .




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Regulamento Biocidas

A representante da DGS, Dra. Cesaltina Ramos, apresentou as novidades introduzidas pelo novo Regulamento Biocidas face à anterior Directiva de Biocidas.

Abordou o tema dos "artigos tratados" e das obrigações dos biocidas durante o período transitório e após a aprovação das substâncias activas por tipo de produto.

No final da sua apresentação elencou uma série de perguntas e respostas com base em questões frequentemente colocadas pelo nosso sector.




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Contexto legislativo europeu e nacional. Actividades técnicas da APT




Após uma breve caracterização das empresas de tintas na Europa Ocidental e em Portugal, a Secretária Geral da APT, fez o enquadramento das principais legislações com impacto no nosso sector, com especial destaque para duas delas que estão em debate a nível europeu: os nanomateriais e a qualidade do ar interior.
 
Foram seguidamente apresentadas as actividades técnicas desenvolvidas em 2013 e os projectos para 2014 das duas comissões técnicas da APT.




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Motivar para ganhar - Otimismo e Sucesso



O Prof. José Neto cativou a audiência com uma intervenção forte e dinâmica sobre motivação e otimismo como chave para o sucesso.

Apresentou estratégias para obtenção do êxito e realçou a importância da autoconfiança com recomendações práticas para a sua promoção.

A liderança e a coesão de grupo foram também alvo de atenção na sua intervenção.